“É que a gente parece duas crianças. Um mais birrento do que o outro. Somos mimados, cheios de vontade. A gente briga, muito. A gente discute, se bate, se xinga e até dizemos que nos odiamos. Ah, se todo ódio fosse assim. Mas você acaba voltando pra mim e eu voltando pra você. É como se tivéssemos um imã. Um polo positivo atraído por um negativo. É a física. Até a natureza conspira ao nosso favor.
“Se você me der a mão, te levo comigo, pra onde exista nós dois, pra onde existam sorrisos. Selo aqui meu convite, aceite-o como pedido de um corpo que não aguenta mais se sentir sozinho; Venha comigo, princesa, te mostro o caminho do paraíso.
awwr, tbm te amo Crauxinha *-* K
“— Você o ama?
— Amei por muito tempo.
— O verbo “amar” no passado não existe. Ou se ama pra sempre ou nunca se amou verdadeiramente.
Ela sorri.
— Não, o amor é forte e pode ser duradouro. Mas ele também se cansa quando não é correspondido, quando é maltratado e quando ninguém se importa. O verbo amar no passado existe sim, amar sozinho que não. Porque o amor também é troca: um faz o outro feliz, simples.